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“Padre Lira. Monumental homem de Deus” retrata legado de sacerdote do sertão piauiense

"Padre Lira. Monumental homem de Deus” retrata legado de sacerdote do sertão piauiense

“Padre Lira. Monumental homem de Deus” retrata legado de sacerdote do sertão piauiense

Na Biblioteca Orlânia Freire, localizada na sede do Projeto do Música para Todos, é possível encontrar livros fantásticos que falam sobre a música, cultura e artes, tanto a nível nacional, regional, como local. Uma boa sugestão de leitura é o livro “Padre Lira. Monumental homem de Deus”, escrito por Marcos Damasceno, piauiense natural de Dom Inocêncio Lopes e escritor desde os 16 anos de idade.

A obra conta um pouco da história de Padre Lira, um homem que foi orgulho para a sua Igreja, por suas ações grandiosas desenvolvidas no sertão piauiense. São retratos de momentos pontuais e marcantes de uma figura que mostrou preocupação com o próximo e soube fazer grandes transformações por onde passou.

A seguir algumas palavras do autor Marcos Damasceno:

“Seu lema é sempre servir ao próximo, assumindo uma agenda extensa. Sua vontade de servir é tamanha, que quer, às vezes, abraçar o mundo; assumir todos os compromissos existentes e ser providencial. Está aí a palavra de ordem em sua vida: padre providencial. Sempre teve, nessas longas décadas, um elo indissolúvel com o povo, cultivando uma relação de proximidade com as pessoas, mantendo assim, uma postura de diálogo, transparência e honrando sagradamente com os compromissos assumidos”

Padre Lira  chega aos 95 anos de idade, com 82 anos de Magistério. Sua trajetória na educação começou aos 13 anos de idade, em 1932 quando ensinava os filhos dos vaqueieros a ler e escrever. Num primeiro mpmento foi professor em Bom Jesus do Gurgueia, sua terra natal; logo em seguida transferiu-se para São Raimundo Nonato, onde foi bem recebido e apadrinhado e por último em Curral Nova, onde teve importante papel na criação da Fundação Ruralista.

O personagem da obra é uma pessoa bastante bondosa. Ao longo do livro, Marcos Damasceno vai resgatando alguns momentos da vida sacerdotal e educacional de Padre Lira que comprovam a sua forte preocupação com o bem-estar da sociedade.

 

‘500 anos de Música Brasileira’ será lançado na Bienal do Livro em São Paulo

Livro do maestro e professor Emmanuel Coêlho será lançado na Bienal Internacional do Livro de São Paulo

Livro do maestro e professor Emmanuel Coêlho será lançado na Bienal Internacional do Livro de São Paulo

A 23ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo acontecerá entre 22 e 31 de agosto de 2014. O evento é um dos mais tradicionais e importantes voltados para a literatura na América Latina. Um dos livros que será lançado é ‘500 anos de Música Brasileira’, escrito pelo maestro Emmanuel Coêlho Maciel.

Ele conversou com a equipe do Programa Música para Todos na TV e contou sobre o processo de construção da obra, idealizada para servir como fonte de estudos para alunos da graduação em Música. A entrevista completa vai ar no programa deste sábado, a partir das 11h.

Com uma programação abrangente, o evento mescla literatura com diversão, negócios, gastronomia e cultura. A Bienal reunirá as principais editoras, livrarias e distribuidoras do país. São cerca de 480 expositores participantes que apresentarão para 800 mil visitantes seus mais importantes lançamentos em um espaço total de 60 mil m².

Sobre Emannuel Coêlho Maciel

Vilonista, regente de coro e orquestra, arranjar , compositor e professor aposentado da Universidade Federal do Piauí, ele foi um dos grandes impulsionadores do movimento academicista de Música no Piauí. Dentre suas colaborações estão a criação da Orquestra Sinfônica de Teresina. Ganhou três prêmios nacionais de composição, pelo Instituto Nacional de Música/Fundação Nacional de Arte, com as obras “Os sapos” (1981), “Ema-Seriema” (1982) e “Módulos” (1983).

Em 1963, assumiu uma vaga de professor da Prefeitura do Distrito Federal. Foi requisitado para a Universidade Federal do Piauí, ingressando em 1976, participando da fundação do Departamento de Educação Artística. Em 1977, tornou-se coordenador do Setor de Artes.

Enquanto morou em Brasília, regeu a Orquestra Sinfônica de Cordas, participou de quartetos, trios, fundou corais escolares, fez arranjos de músicas populares para festivais estudantis da canção, participou da orquestra “Ars Brasiliense” e foi até produtor de TV.