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DIA INTERNACIONAL DA MULHER SERÁ COMEMORADO NO MÚSICA PARA TODOS

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O Projeto Música Para Todos celebra nessa quarta-feira (08/03/17), o Dia Internacional da Mulher com o Recital “Ela une todas as coisas…” com Irla Milena. Irla Milena é aluna de violão do Música Para Todos e será acompanhada ao piano pelo Prof. Silvio Rosário, ela toca muito bem o violão e a guitarra, e participou do Grupo Guarda Chuvas ao Vento que era composto somente de mulheres, com exceção do prof. Silvio Rosário, este foi um dos grupos finalistas do Concurso de Grupos Musicais em maio de 2016, tendo sendo muito votado pela internet.

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Irla Milena sempre foi apaixonada por música popular brasileira e descobriu sua aptidão aos 12 anos quando ganhou o seu primeiro violão do seu avô. Aos 14 anos, Irla começou a esboçar suas músicas autorais, aos 17 gravou seu primeiro CD autoral juntamente com uma parceira de banda na época, logo depois conheceu o Projeto Música Para Todos, onde é aluna até hoje.

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Há dois ano estudando no Projeto Música Para todos, Irla Milena ,cursa licenciatura em música na Universidade Federal do Piauí e faz alguns projetos solos ou com parcerias pela capital.

Repertório do Recital ““Ela une todas as coisas…” 1. Como vai você – Roberto Carlos 2. Maria Maria – Elis Regina 3. Ela une todas as coisas-Jorge Versilio 4. Na estrada- Marisa Monte 5. Folhetim- Chico Buarque 6. Você – Tim Maia 7. Você é linda – Caetano

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Sobre o Projeto Música Para Todos – Realizado pelo Instituto Cultural Santa Rita, o Projeto Música Para Todos foi criado em Teresina (PI), em 1999, e oferece atualmente Cursos Livres, Iniciação Musical e Prática em Orquestra, para milhares de crianças, jovens, adultos e idosos. A Instituição tem por objetivo transformar vidas através da música e da arte. Já foram beneficiados com a iniciativa mais de 38 mil alunos tanto na capital como no interior do estado.

Apoio Cultural – Em 2017, o Projeto Música Para Todos completa 18 anos e orgulha-se em receber Apoio Cultural do INSTITUTO VOTORANTIM e Patrocínio do ARMAZÉM PARAÍBA, PINTOS, FERRO NORTE, E CONSELHO NACIONAL DO SESI, empresas que acreditam no poder transformador da arte e da cultura.

 

Saiba mais sobre o Dia Internacional da Mulher

A ideia de instituir o “Dia Internacional da Mulher” surge na virada do século XX, no contexto da Segunda Revolução Industrial e da Primeira Guerra Mundial, quando ocorre a incorporação da mão-de-obra feminina, em massa, na indústria. As comemorações do Dia Internacional da Mulher foram o estopim da Revolução russa de 1917. Em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro pelo calendário juliano), a greve das operárias da indústria têxtil contra a fome, contra o czar Nicolau II e contra a participação do país na Primeira Guerra Mundial precipitou os acontecimentos que resultaram na Revolução de Fevereiro. Leon Trotsky assim registrou o evento: “Em 23 de fevereiro (8 de março no calendário gregoriano) estavam planejadas ações revolucionárias. Pela manhã, a despeito das diretivas, as operárias têxteis deixaram o trabalho de várias fábricas e enviaram delegadas para solicitarem sustentação da greve. Todas saíram às ruas e a greve foi de massas. Mas não imaginávamos que este ‘dia das mulheres’ viria a inaugurar a revolução”.

O incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist em Nova York a 25 de Março de 1911 foi um grande desastre industrial que causou a morte de mais de uma centena de pessoas (123 mulheres e 23 homens) que morreram no fogo ou se precipitaram do edifício. Este incêndio iria contribuir para a especificação de critérios rigorosos sobre as condições de segurança no trabalho e para o crescimento dos sindicatos que despontavam como consequência da revolução industrial. Após a Revolução de Outubro, a feminista bolchevique Alexandra Kollontai persuadiu Lenin para torná-lo um dia oficial que, durante o período soviético, permaneceu como celebração da “heroica mulher trabalhadora”. No entanto, o feriado rapidamente perderia a vertente política e tornar-se-ia uma ocasião em que os homens manifestavam simpatia ou amor pelas mulheres – uma mistura das festas ocidentais do Dia das Mães e do Dia dos Namorados, com ofertas de prendas e flores, pelos homens às mulheres. O dia permanece como feriado oficial na Rússia, bem como na Bielorrússia, Macedónia, Moldávia e Ucrânia. Na Tchecoslováquia, quando o país integrava o Bloco Soviético (1948 – 1989), a celebração era apoiada pelo Partido Comunista. O MDŽ (Mezinárodní den žen, “Dia Internacional da Mulher” em checo) era então usado como instrumento de propaganda do partido, visando convencer as mulheres de que considerava as necessidades femininas ao formular políticas sociais.

A celebração ritualística do partido no Dia Internacional da Mulher tornou-se estereotipada. A cada dia 8 de março, as mulheres ganhavam uma flor ou um presente do chefe. A data foi gradualmente ganhando um caráter de paródia e acabou sendo ridicularizada até mesmo no cinema e na televisão. Assim, o propósito original da celebração perdeu-se completamente. Após o colapso da União Soviética, o MDŽ foi rapidamente abandonado como mais um símbolo do antigo regime. No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado durante as décadas de 1910 e 1920. Posteriormente, a data caiu no esquecimento e só foi recuperada pelo movimento feminista, já na década de 1960, sendo, afinal, adotado pelas Nações Unidas, em 1977. A data mantém hoje relevância internacional, e a própria ONU continuava a dinamizá-la, como sucedeu em 2008, com o lançamento de uma campanha, “As Mulheres Fazem a Notícia”, destinada a chamar a atenção para a igualdade de gênero no tratamento de notícias.