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‘500 anos de Música Brasileira’ será lançado na Bienal do Livro em São Paulo

Livro do maestro e professor Emmanuel Coêlho será lançado na Bienal Internacional do Livro de São Paulo

Livro do maestro e professor Emmanuel Coêlho será lançado na Bienal Internacional do Livro de São Paulo

A 23ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo acontecerá entre 22 e 31 de agosto de 2014. O evento é um dos mais tradicionais e importantes voltados para a literatura na América Latina. Um dos livros que será lançado é ‘500 anos de Música Brasileira’, escrito pelo maestro Emmanuel Coêlho Maciel.

Ele conversou com a equipe do Programa Música para Todos na TV e contou sobre o processo de construção da obra, idealizada para servir como fonte de estudos para alunos da graduação em Música. A entrevista completa vai ar no programa deste sábado, a partir das 11h.

Com uma programação abrangente, o evento mescla literatura com diversão, negócios, gastronomia e cultura. A Bienal reunirá as principais editoras, livrarias e distribuidoras do país. São cerca de 480 expositores participantes que apresentarão para 800 mil visitantes seus mais importantes lançamentos em um espaço total de 60 mil m².

Sobre Emannuel Coêlho Maciel

Vilonista, regente de coro e orquestra, arranjar , compositor e professor aposentado da Universidade Federal do Piauí, ele foi um dos grandes impulsionadores do movimento academicista de Música no Piauí. Dentre suas colaborações estão a criação da Orquestra Sinfônica de Teresina. Ganhou três prêmios nacionais de composição, pelo Instituto Nacional de Música/Fundação Nacional de Arte, com as obras “Os sapos” (1981), “Ema-Seriema” (1982) e “Módulos” (1983).

Em 1963, assumiu uma vaga de professor da Prefeitura do Distrito Federal. Foi requisitado para a Universidade Federal do Piauí, ingressando em 1976, participando da fundação do Departamento de Educação Artística. Em 1977, tornou-se coordenador do Setor de Artes.

Enquanto morou em Brasília, regeu a Orquestra Sinfônica de Cordas, participou de quartetos, trios, fundou corais escolares, fez arranjos de músicas populares para festivais estudantis da canção, participou da orquestra “Ars Brasiliense” e foi até produtor de TV.